CAPTAÇÃO PSÍQUICA - Valéria Bastos

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A Captação Psíquica é um procedimento psicoterapêutico investigativo e exploratório, realizado por terapeutas sensitivos, com base no mesmo princípio da Terapia Regressiva, para acessar conteúdos emocionais inconscientes causadores de sintomas, dificuldades, distúrbios e doenças.

Possibilita o acesso a estados dissociados de consciência ou de personalidade. As alternâncias de personalidade causam dificuldades de ordem emocional, física, psíquica, espiritual e interferem no comportamento da personalidade atual. As personalidades dissociadas encontram-se fixadas em determinados conteúdos, memórias, hábitos, crenças, medos e apegos. O reflexo disso causa no paciente incapacidade de reagir diante de determinados comportamentos, que não consegue se desvencilhar de impulsos de criar e recriar suas próprias feridas da alma.

É uma técnica empregada em consultórios terapêuticos e por profissionais devidamente experimentados, que permite tratar aspectos obscuros, resistentes a terapias convencionais ou espirituais e que entravam o processo evolutivo e projetos pessoais.

O campo psíquico do paciente é acessado por dupla de terapeutas (um captador e um esclarecedor), as personalidades atuantes e conflitantes que interferem no comportamento são sintonizadas pelo sensitivo e o campo psíquico é tratado terapeuticamente.

O objetivo é explorar o psiquismo, encontrar as fixações, os fatos que se repetem e formam um padrão de comportamento em vidas passadas ou atual, transmutar o sistema de crenças, clichês mentais, decretos estabelecidos e tratar de forma clara, lógica, eficiente e rápida. Com o esclarecimento, as frações da alma podem se integrar ao bloco psíquico de maneira harmônica e colaborativa.

Como nesta terapêutica o acesso aos conteúdos é feito pelo terapeuta sensitivo, pode beneficiar crianças, idosos, pessoas com deficiências, além de pessoas que tenham dificuldade de acessar em regressão seus próprios conteúdos, por resistências inconscientes, dificuldades de concentração ou visualização.

Valéria Bastos

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